O Parque Estadual do Rio Vermelho (PAERVE) é uma unidade de conservação de proteção integral, criado pelo Decreto Estadual nº 308/2007. Situa-se no município de Florianópolis, no nordeste da Ilha de Santa Catarina, entre a Praia de Moçambique (12,5 km de extensão), à leste, e a Lagoa da Conceição, à oeste, com área de 1.532 ha.

Conforme o Decreto Estadual nº 308/2007, o Parque Estadual do Rio Vermelho visa conservar amostras de Floresta Ombrófila Densa (Floresta Atlântica), das Formações Pioneiras (Vegetação de Restinga) e da fauna associada do domínio da Mata Atlântica, manter o equilíbrio do complexo hídrico da região, além de propiciar ações ordenadas de recuperação de seus ecossistemas alterados e proporcionar a realização de pesquisas científicas e a visitação pública com o desenvolvimento de atividades de educação e interpretação ambientais, de recreação em contato com a natureza e de turismo ecológico.

Histórico

Na década de 1950, a área do PAERVE já era uma restinga degradada, utilizada para agricultura, pastejo e coleta de lenha, acometida por incêndios periódicos (Berenhauser, 1963). Pelo Decreto Estadual nº 2.006 de 1962 esta área foi definida como Estação Florestal do Rio Vermelho, subordinada à Secretaria da Agricultura do Estado, e destinada à experimentação de diversas espécies de Pinus e à comprovação dos melhores índices de desenvolvimento de espécimes adaptáveis à região catarinense. Portanto, em 1963 foram iniciados plantios de reflorestamento na área, em grande parte com espécies exóticas, principalmente Pinus elliottii e taeda e espécies de Eucalyptus, o que foi executado, sem ônus para o Estado, pela Associação Rural de Florianópolis, sob coordenação de Henrique Berenhauser, conforme convênio firmado em fevereiro de 1963, contando com mão de obra da Penitenciária do Estado.

Em registros feitos por Berenhauser encontra-se que foi realizado na área do Parque florestamento de 700 ha, em 12 anos, a partir do plantio de Pinus com diversas procedências como Pinus bahamensis procedente das Bahamas, Pinus insularis procedente das Filipinas, Pinus canariensis e insignis enviados pelo Serviço Florestal da Espanha, pinheiro marítimo de Portugal, Pinus elliottii geneticamente melhorado de uma indústria de celulose da Universidade da Flórida e do Serviço Florestal da Flórida, coleção de sementes de coníferas nativas da Ilha Formosa do Pacífico enviada pelo Serviço Florestal de Formosa, Pinus hondurensis enviados pelo Serviço Florestal de Queensland – Austrália, Pinus taeda colhido próximo da cidade de Tampa e enviado pelo Serviço Florestal da Flórida, coleções de procedências de Pinus elliottii e sementes de Pinus luchuensis da Ilha de Okinawa. Nas áreas de dunas ao longo da Praia do Moçambique foram feitos plantios de Acacia trinervis, Canavalia maritima, Casuarina equisetifolia e Sophora tomentosa, dentre outras espécies.

O Convênio com a Associação Rural se encerrou em 1974, ano em que o Decreto N/SAG nº 994 mudou o nome da área para Parque Florestal do Rio Vermelho e ampliou seus objetivos para além das atividades silviculturais, passando a ter objetivos de conservação da natureza e uso público para turismo, lazer e escotismo. A área se manteve vinculada à Secretaria da Agricultura do Estado, que delegou a sua administração à Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina (CIDASC), assim permanecendo até 2007.

Com a criação do Sistema Nacional de Unidades de Conservação (SNUC) (Lei nº 9.985/2000), as áreas protegidas do país que não estavam classificadas nas categorias criadas por esta lei deveriam ser reavaliadas. O processo de recategorização do Parque Florestal do Rio Vermelho em Parque Estadual iniciou-se ainda no final dos anos 90, motivado por críticas de entidades ecologistas da região às ações de degradação ambiental da área, em especial, das restingas e dunas próximas ao Morro das Aranhas e pelo reconhecimento da importância ecológica da área por grupo de pesquisa da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Em 2003, o Governo do Estado, criou uma Equipe Técnica Interinstitucional com o objetivo de discutir o enquadramento da área no SNUC.

Após a realização de diversas reuniões, estudos técnicos e discussões públicas foi publicado o Decreto Estadual nº 308 em 24/05/2007, criando então o Parque Estadual do Rio Vermelho (PAERVE).

Flora

O Parque Estadual do Rio Vermelho tem 67% de sua área ocupada por ecossistemas naturais como as restingas (44,6%), Floresta Ombrófila Densa (9,9%), dunas (5,4%), vegetação de banhado (4,3%) e corpos d’água (3,2%) (ver tabela abaixo). Possui também áreas com ecossistemas alterados, como são os reflorestamentos de pinheiros-americanos (Pinus spp) e de eucaliptos (Eucalyptus spp) que ocupam 30,2% do Parque (ver tabela abaixo) e que serão alvo de ações ordenadas de recuperação, conforme prevê os objetivos de criação do Parque.

A diversidade de espécies da flora nativa que ocorre no Parque Estadual do Rio Vermelho se deve aos diferentes ambientes existentes em sua área e no seu entorno, como praia, lagoa, dunas, banhados e morros. Essas diferentes condições ambientais proporcionaram diversas formações vegetacionais: restingas herbácea e subarbustiva nas dunas em frente à praia, restinga arbustiva e arbórea nas dunas mais afastadas da praia (dunas semi-fixas e fixas) e nas planícies, vegetação típica de lagunas, banhados e baixadas e a Floresta Ombrófila Densa no Morro dos Macacos.

Nas dunas frontais, que margeiam a praia do Moçambique, são encontradas espécies de plantas típicas de restingas, adaptadas às condições de exposição plena ao sol, solo arenoso, salinidade e movimentação pela variação das marés. Geralmente são espécies herbáceas rastejantes e trepadeiras como a batateira-da-praia (Ipomoea pes-caprae), a acariçoba (Hydrocotyle bonariensis), o feijão-de-porco (Canavalia rosea), o pinheirinho-da-praia (Cyperus pedunculatus), a beldroega-da-praia (Sesuvium portulacastrum), a salsaparrilha (Smilax campestris), mas também arbustivas como a lentilha-da-praia (Sophora tomentosa) e a Scaevola plumieri.

Nas dunas internas (semi-fixas e fixas), à medida que se afastam da praia, ocorrem espécies arbustivas e arbóreas de restinga como o cocão-da-praia (Dalbergia ecastaphyllum), a vassoura-vermelha (Dodonaea viscosa), a aroeira-vermelha (Schinus terebinthifolius), a guabiroba-da-praia (Campomanesia littoralis), a maria-mole (Guapira opposita), a pitangueira (Eugenia uniflora), dentre outras.

Na restinga arbórea, onde a vegetação é mais adensada e alta, o solo mais sombreado e com mais serrapilheira e onde ocorrem mais epífitas (plantas que se fixam nas árvores), é comum encontrar espécies da família Myrtaceae (a mesma da pitangueira, da jaboticabeira) como o araçá (Psidium cattleianum), o guamirim (Myrcia palustris), o cambuí (Myrciaria tenella) e outras como o mangue-formiga (Clusia criuva), as capororocas (Myrsine spp), a canelinha (Ocotea pulchella), a palmeira jerivá (Syagrus romanzoffiana) e bromélias como o caraguatá (Bromelia antiacantha), Aechmea lindenii, Aechmea nudicaulis, Nidularium innocentii, dentre outras.

A ocorrência de vegetação típica de banhados e baixadas é mais comum na parte oeste do Parque, em áreas da planície que se formaram pela deposição de sedimentos lagunares de antigas lagunas, mas também em depressões das dunas. Nesses locais o nível do lençol freático está muito próximo da superfície ou aflorando e algumas espécies adaptadas a essas condições são o junco (Juncus marginatus), a tabôa (Typha domingensis) e a samambaia Blechnum serrulatum. Nas áreas úmidas que margeiam a Lagoa da Conceição, ocorrem a tiririca (Cladium mariscus) e gramíneas como a Spartina densiflora.

O Morro dos Macacos, com altura de aproximadamente 300 metros, possui vegetação de Floresta Ombrófila Densa, onde ocorrem espécies em três estratos da floresta (herbáceo, arbustivo e arbóreo), além de epífitas. Algumas palmeiras e espécies arbóreas que ocorrem nessa área são o jerivá (Syagrus romanzoffiana), a canjarana (Cabralea canjerana), o palmito juçara (Euterpe edulis), o pau-ripa (Ormosia arborea), o camboatá (Cupania vernalis), a mamica-de-porca (Zanthoxylum rhoifolium) e o cedro (Cedrela fissilis). Algumas bromélias e epífitas que ocorrem são Tillandsia gardneri, Tillandsia stricta, Bromelia balansae e Rhipsalis teres.

No Parque ocorre uma planta endêmica, ou seja, que só existe nesta área, a unha-de-gato Mimosa catharinensis, além de algumas espécies ameaçadas de extinção como o cedro (Cedrela fissilis) e o palmito juçara (Euterpe edulis).

Um grande desafio para a conservação dos ecossistemas do Parque é a retirada das espécies exóticas, que chegam a 77, presentes tanto nos reflorestamentos de pinheiros-americanos (Pinus spp) e de eucaliptos (Eucalyptus spp), mas também de forma dispersa no Parque. Casuarinas (Casuarina equisetifolia) e indivíduos de Brachylaena discolor ocupam as dunas frontais da praia do Moçambique, touceiras de braquiárias (Urochloa spp) são encontradas em áreas abertas e com grande movimentação de veículos, pessoas e animais domésticos e diversas espécies foram plantadas ao redor das edificações presentes no Parque.

Nas fotos a seguir: batateira-da-praia (Ipomoea pes-caprae) e Ipomoea imperati.

Fauna

Levantamento recente de fauna registrou a ocorrência de 140 espécies de aves no Parque Estadual do Rio Vermelho. Essa diversidade de aves se deve à variação de ambientes, localizados tanto ao nível do mar, como as restingas e florestas de baixada, quanto às partes mais elevadas do Morro dos Macacos e das demais montanhas que circundam a Lagoa da Conceição.

No Morro dos Macacos, a área do Parque com maior diversidade de aves, ocorrem algumas espécies que são indicadoras de boa qualidade ambiental como o inhambu-guaçu (Crypturellus obsoletus), o gavião-de-cauda-curta (Buteo brachyurus), a pariri (Geotrygon montana), o tucano-de-bico-preto (Ramphastos vitellinus), o macuquinho (Eleoscytalopus indigoticus), dentre outras.

Nas áreas com reflorestamentos de pinheiros-americanos e eucalipto com vegetação nativa no sub-bosque ocorrem espécies de aves que toleram alterações no habitat florestal, como a gralha-azul (Cyanocorax caeruleus), o beija-flor-de-garganta-verde (Amazilia fimbriata), a choca- da-mata (Thamnophilus caerulescens), o pitiguari (Cyclarhis gujanensis), o sabiá- laranjeira (Turdus rufiventris), o pula-pula (Basileuterus culicivorus), o tiê-preto (Tachyphonus coronatus), o trinca-ferro (Saltator similis), entre outros. Nessas áreas ocorre também o gavião-pombo-pequeno (Amadonastur lacernulatus), uma ave endêmica da Mata Atlântica, rara e ameaçada de extinção.

Em áreas de restinga arbórea bem conservadas do Parque ocorrem espécies de aves como o aracuã-escamoso (Ortalis squamata), o rabo-branco-de-garganta-rajada (Phaethornis eurynome), o pica-pau-de-cabeça-amarela (Celeus flavescens), o arapaçu-liso (Dendrocincla turdina), o bico-virado-miúdo (Xenops minutus), o flautim (Schiffornis virescens), o miudinho (Myiornis auricularis), a saíra-sapucaia (Tangara peruviana), a saíra-militar (Tangara cyanocephala) e a saíra-ferrugem (Hemithraupis ruficapilla).

Nas áreas úmidas do Parque ocorrem aves típicas de brejos (várzeas) e lagoas, como o ananaí (Amazonetta brasiliensis), a garça-azul (Egretta caerulea), o tapicuru (Phimosus infuscatus), a saracura-do-mato (Aramides saracura), a sanã-parda (Laterallus melanophaius), a sanã-carijó (Mustelirallus albicollis), a saracura-sanã (Pardirallus nigricans), os martins-pescadores (Megaceryle torquata e Chloroceryle spp.), o curutié (Certhiaxis cinnamomeus), o joão-teneném (Synallaxis spixi), o pia-cobra (Geothlypis aequinoctialis), entre outros.

Nas restingas herbáceas e arbustivas ocorrem espécies de aves típicas desses ecossistemas como a coruja-buraqueira (Athene cunicularia), o bacurau-tesoura (Hydropsalis torquata), o corucão (Podager nacunda), o pica-pau-do-campo (Colaptes campestris), o sabiá-do-campo (Mimus saturninus), o caminheiro-zumbidor (Anthus lutescens), o tico-tico (Zonotrichia capensis), o tico-tico-do-campo (Ammodramus humeralis), entre outras.

No entorno direto do Parque, na faixa de areia da praia do Moçambique, uma grande quantidade de aves limícolas, costeiras e marinhas são observadas como batuiruçus (Pluvialis dominica e P. squatarola), piru-piru (Haematopus palliatus), talha-mar (Rynchops niger) e batuíra-de-coleira (Charadrius collaris), trinta-réis-de-bico-vermelho (Sterna hirundinacea), trinta-réis-de-bando (Thalasseus acuflavidus), atobá (Sula leucogaster), dentre outras.

Alguns répteis encontrados no Parque são cobra-cipó-listrada (Siphlophis pulcher), cobra-cipó (Chironius exoletus), jararaca (Bothrops jararaca), jararacuçu (Bothrops jararacussu) (no Morro dos Macacos), o lagartinho-da-praia (Liolaemus occipitalis) – uma espécie ameaçada de extinção, o teiú (Salvator merianae), o cágado-de-orelha-vermelha (Trachemys scripta) e a dormideira (Sybinomorphus neuwiedii).

Alguns anfíbios que ocorrem no Parque, em especial no Morro dos Macacos, já que algumas espécies são dependentes de ambientes florestados e úmidos são as rãzinhas-do-folhiço (Ischnocnema cf. guentheri, Ischnocnema henselli, Ischnocnema manezinho) e a perereca (Bokermannohyla hylax), enquanto outras são encontradas na planície como a pererequinha-ampulheta (Dendropsophus minutus), pererequinha-do-brejo (Dendropsophus werneri), rã-cachorro (Physalaemus cuvieri) e o sapo-cururuzinho (Rhinella abei). A rãzinha-do-folhiço Ischnocnema manezinho é uma espécie encontrada no Parque que é endêmica no município de Florianópolis e na região litorânea adjacente.

Algumas espécies de mamíferos encontradas no Parque são: o gambá-de-orelha-preta (Didelphis aurita), a guaiquica (Micoureus paraguayanus), o tatu-galinha (Dasypus novemcinctus), o graxaim (Cerdocyon thous), o mão-pelada (Procyon cancrivorus), o ratão-do-banhado (Myocastor coypus), diversas espécies de morcegos (Artibeus fimbriatus, A. lituratus, Carollia perspicillata, Chiroderma doriae, Desmodus rotundus, Diphylla ecaudata, Glossophaga soricina, Sturnira lilium, Eptesicus brasiliensis, Myotis cf. riparius).

No Rio Vermelho, próximo à nascente, onde a vazão é baixa e o fundo do leito é formado por areia e cascalho com deposição de matéria orgânica, algumas espécies de peixes encontradas são barrigudinho (Phalloceros cf pellos), muçum (Synbranchus marmoratus), a traíra (Hoplias malabaricus) e o acará (Geophagus brasiliensis). Nos pequenos córregos e canais de drenagem do Parque são encontradas espécies de peixes como o muçum (Synbranchus marmoratus), o barrigudinho (Poecillia vivípara), barrigudinho (Phalocerus cf pellos) e rivulus (Atlantirivulus luelingi).

Particularidades

Além de toda riqueza de espécies vegetais e animais, o Parque conserva ainda algumas singularidades. A região do PAERVE abriga em seu subsolo o Aquífero Ingleses-Rio Vermelho, responsável pelo abastecimento de água do norte da Ilha de Santa Catarina. Por esta razão, a conservação do Parque contribui para que a recarga de água do Aquífero ocorra sem qualquer impedimento e esteja livre de contaminantes.

Há uma espécie de planta encontrada na área do PAERVE, que foi descoberta em 1964 e até hoje não foi encontrada em nenhum outro lugar do mundo. Trata-se da Mimosa catharinensis Burkart, um arbusto trepador com presença de espinhos. No Parque foi registrada a ocorrência do lagartinho-da-praia (Liolaemus occipitalis), uma espécie rara, ameaçada de extinção que vive somente nas dunas do litoral de Santa Catarina e do Rio Grande do Sul. Existem atualmente 25 espécies de mamíferos na Ilha de Santa Catarina e existe a possibilidade de que praticamente todas elas sejam encontradas no PAERVE devido à grande variedade de ambientes. 

Em pesquisa da Universidade Federal de Santa Catarina foram vistas pegadas de gambá (Didelphis aurita) e de cachorro do mato (Cerdocyon thous). O macaco-prego (Cebus nigritus) é encontrado no parque e dá nome ao Morro dos Macacos. Além da importância ambiental o Parque possui relevância cultural e histórica. Um dos sambaquis mais antigos da Ilha de Santa Catarina, datado de 5.020 anos antes do presente, está localizado dentro do PAERVE. O Distrito de São João do Rio Vermelho, localizado no limite norte do parque, é um dos mais antigos de Florianópolis, sendo criado oficialmente em 1831.

Nas fotos abaixo, coruja buraqueira (Athene Cunicularia) e lagartinho da praia (Liolaemus occipitali). 

Foto: Ivo Rohling Ghizoni Junior

Infraestrutura e visitação

O Parque Estadual do Rio Vermelho hospeda instituições e possui estruturas estabelecidas antes de seu enquadramento como Parque Estadual, sendo que o Decreto de criação da Unidade de Conservação estabeleceu que “ficam assegurados os atuais usos legais da área do Parque Estadual do Rio Vermelho, até que se elabore e aprove o seu Plano de Manejo”.

Essas instituições e estruturas são:

  • o Camping da Associação de Cabos e Soldados Policiais e Bombeiros Militares de Santa Catarina;
  • o Campo Escoteiro Paulo dos Reis, administrado pela União dos Escoteiros do Brasil;
  • o Camping do Parque Estadual do Rio Vermelho, administrado pelo IMA e parceiros;
  • o 1º Batalhão do 1º Pelotão da 1ª Companhia da Polícia Militar Ambiental – BPMA;
  • o Centro de Triagem de Animais Silvestres (CETAS);
  • o CETAS Marinho do Projeto de Monitoramento de Praias (PMP)
  •  a Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) da Companhia Catarinense de Águas e Saneamento (CASAN);
  • o Terminal Lacustre Luiz Osvaldo D’Acampora Filho, administrado pela Cooperativa de Trabalho dos Barqueiros da Costa da Lagoa (COOPERCOSTA);
  • e o Quartel de Bombeiros da Barra da Lagoa.

Imagem aérea do Parque Estadual do Rio Vermelho.

A visitação pública ao Parque é livre nas trilhas e acessos à praia do Moçambique e à Lagoa da Conceição. Os visitantes podem ainda ficar no Camping do Rio Vermelho, passear pela Trilha Ecológica ou pela Trilha Aquática, lançada recentemente, ou participar de algumas das atividades de educação ambiental ou dos eventos em meio à natureza que ocorrem no Parque.

O Camping

O Camping do Rio Vermelho oferece serviço de hospedagem em barracas e trailers em amplo espaço arborizado (consultar tabela de preços).

Viveiro de mudas

Desde sua criação, o Parque possui um viveiro de produção de mudas, inicialmente localizado ao lado do Batalhão da Polícia Militar Ambiental, e destinado à produção de mudas de espécies florestais exóticas. Ao longo do tempo, com as mudanças dos objetivos do Parque, o viveiro passou a produzir espécies nativas dos ecossistemas do Parque. Atualmente o viveiro está localizado junto ao Camping do Rio Vermelho, disponível para atividades de educação ambiental, com prévio agendamento, visitas do público em geral e doação de mudas para visitantes e projetos socioambientais, conforme a disponibilidade de mudas.

Horário de funcionamento: segunda a sexta-feira das 12-17h

Localização: https://goo.gl/maps/5qHj9yAGp6z4PGGt7

A Trilha Ecológica

A Trilha Ecológica é uma trilha guiada onde é possível conhecer animais silvestres tratados no Centro de Triagem de Animais Silvestres (Cetas) e que não podem voltar à natureza.

Horário de funcionamento: terça-feira a domingo (inclusive feriados), das 9h às 17h (agendamentos para escolas e outros grupos organizados de terça a sexta).
Valor dos ingressos: R$ 12,00 (inteira) e R$ 6,00 (estudantes, idosos e moradores do entorno), crianças com até 5 anos de idade são isentas de pagamento.

Contato:

Telefone: (48) 3665-4194

Conselho Consultivo do PAERVE

O Conselho Consultivo do Parque Estadual do Rio Vermelho tem por finalidade contribuir de forma participativa para a efetiva implantação e para o cumprimento dos objetivos Parque.


Abaixo documentos relativos ao Conselho:

document Regimento Interno (47 KB)

document Entidades Representantes do Conselho (80 KB)

pdf Ata Reunião Extraordinária - 17/05/2017 (3.48 MB)

pdf Ata Reunião Ordinária - 28/06/2013 (5.27 MB)

document Ata Reunião Ordinária - 05/10/2017 (58 KB)

document Ata Reunião Ordinária - 09/11/2017 (55 KB)

document Ata Reunião Ordinária - 07/12/2017 (96 KB)

document Convocação reunião - 09/03/2018 (196 KB)

Programa Caminhos da Natureza mostra o Parque Rio Vermelho

BLOCO 01 - https://www.youtube.com/watch?v=zs4COodMzCc

BLOCO 02 - https://www.youtube.com/watch?v=oHIEAUFN7us